10371171_1391495604471832_7078196986680794280_oNasci em 5 de Dezembro de 1965, no então distrito de Otacílio Costa, que pertencia à Lages. Fiz o ensino fundamental na Escola Básica Agar Alves Nunes e depois ingressei no Colégio Agrícola de Camboriú, de onde sai alguns meses depois. Não era aquilo que eu queria para a minha vida. Tinha 15 anos e então vim para Tijucas onde ingressei no Colégio Cenecista Beijamin Gallotti. Não cheguei a me formar no Ensino Médio, pois nesse meio tempo fui aprovado em concurso público para a Marinha de Guerra do Brasil. Lá sim, eu me encontrei. As aulas eram intensas e ostensivas: De manhã, a tarde e a noite. Os professores todos de nível universitário, gente que sabia o que dizia. Em terra firme era uma coisa, mas quando partimos para o adestramento, ou seja, andar de navio, me desgostei da vida militar e pedi desligamento.

Em 1985, trabalhando como ajudante na primeira oficina de motos de Tijucas, a Nativa Cross, situada na rua Otávio Melim, pertinho da ponte Bulcão Vianna, minha vida sofreu uma mudança radical. No dia 18 de Agosto, vindo da Festa de Nossa Senhora de Azambuja, em Brusque, sofri um acidente de trânsito na BR-101 e fiquei cego. E lá se vão quase 30 anos. Fiz diversas cirurgias e em 1986, depois de um transplante, voltei a enxergar. Muito mal, diga-se de passagem, mais enxergava. Os médicos acreditavam que eu teria visão por uns cinco anos e foi exatamente isso que aconteceu. Usei esse tempo para me preparar para o futuro, que, sabia eu, seria difícil.

Em 1986 comecei a escrever no jornal A Região, de Ademar Campos, e em 1987 ingressei na Rádio Vale. Fui o funcionário número 003 da emissora. Saí da Rádio Vale em 1993, data em que ingressei como Assessor de Imprensa da Câmara de Vereadores de Tijucas. Saí da “casa do povo” em 2001, já sem visão alguma, ou seja, cegueira total.

10257366_1392130524408340_1716938419087056336_oHoje passo os dias a peruar no Jornal Razão, um periódico que ajudei a fundar em 1995, junto com minha mãe, Nazi Leal Barentin e minha esposa Araci da Silva Barentin. Não tenho outra coisa melhor para fazer. Já participei de diversas entidades da cidade, mas hoje sou apenas presidente da Sociedade Tijucas Clube, cargo que assumi por insistência do meu amigo Nilton de Brito, que não queria mais ficar com tamanha responsabilidade.

10377525_1480080512280007_3787923633586559724_nDizem que um homem para ser realizado, tem que plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Árvores ajudei a plantar milhares, pois sou ambientalista e anualmente realizamos uma campanha de venda de mudas de árvores frutíferas e ornamentais. Muita gente tem belas árvores em casa e não lembra que comprou nessas feiras que o Jornal realiza todos os anos. Livros já escrevi vários. Tenho uma meia dúzia em fase final de acabamento e organizamos alguns livros de autores da região. Filhos tenho 4. Tuany (1986), Gabriel (1989), Lorran (1999) e Clara (2007).

Se você quiser saber um pouco mais sobre minha vida, leia meu currículo.

2 thoughts on “Biografia

  1. MANOEL ANTÔNIO BRUNO NETO

    Leopoldo, boa tarde.

    Soube que você lançou um livro sobre o Timbé (Timbé, suas raízes, sua história e sua gente). Você ainda tem exemplares a venda?

    Abraço

    Manoel

    • Prezado Dr. Bruno:
      1- Tenho sim. Posso deixar onde o senhor quiser.
      2- Tenho um outro livro chamado Tijucanos, onde conto a vida de 80 pessoas idosas, aproveitando para resgatar a história da cidade. Iniciei esse livro em 1996 e lancei em 2004. Ele complementa o livro do Timbé.
      3- Os dois livros custam R$65.
      4- Se não estou equivocado, o senhor tem propriedades no Timbé. É isso? Se for gostaria muito de conversar com o senhor. Haveria como?
      Fico a disposição e no aguardo.
      Att

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