Tchau, querida

Com os votos favoráveis de 367 deputados, 137 contrários e sete abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o relatório pró-impeachment e autorizou o Senado Federal a julgar a presidente da República, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade. Se abstiveram de votar os deputados Pompeo de Mattos (PDT-RS), Vinícius Gurgel (PR-AP), Beto Salame (PP-PA), Gorete Pereira (PR-CE), Sebastião Oliveira (PR-PE), Mário Negromonte Jr. (PP-BA) e Caca Leão (PP-BA).
A sessão foi tensa, iniciada com princípio de tumulto. Cada voto dos 511 deputados foi pontuado com comemorações de cada lado. O voto de número 342, mínimo para garantir o julgamento pelo Senado, foi celebrado à exaustão pelos partidários do impeachment, que tiveram apoio de deputados de 22 partidos. Apenas Psol, PT, e PCdoB não deram votos a favor do impedimento da presidente Dilma.
O que chamou a atenção foi o anúncio de que cinco deputados do PMDB do Rio de Janeiro não participariam da votação por questões burocráticas, mas no final da história só foram registradas as ausências dos deputados Aníbal Gomes (PMDB-CE) e Clarissa Garotinho (PR-RJ), ele por motivo de saúde e ela em razão de um parto prematuro. Será que os cariocas deram um balão na votação? Conhece aquela piada do coelho e do porco espinho?
Fizeram uma competição para ver qual a polícia mais rápida do mundo. A organização soltava um coelho e uma guarnição da polícia de determinado país tinha que aprisioná-lo e trazê-lo de volta. A polícia de Nova Iorque levou quatro horas e a israelense três horas e meia para cumprirem a tarefa. A polícia do Rio de Janeiro em 40 minutos voltou com um porco espinho todo arrebentado. Quando chegaram ao comitê organizador o porco espinho berrava:
“Chega, eu sou coelho, juro por Deus!…”
Sabe como é: carioca é rápido demais e cega a gente.

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