TC não terá Carnaval

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Depois de sete anos à frente da Associação do Tijucas Clube, que teve que substituir a palavras Sociedade por conta do novo Código Civil, chegamos a conclusão de que a entidade precisa ser adaptada para uma nova realidade. Neste período o Tijucas Clube recebeu muitas melhorias, com destaque para a climatização, construção do varandão, substituição de revestimento cerâmico no chão e paredes, reforma dos sistemas de água, energia elétrica, esgotos, preventivo contra incêndio e alarmes com censores de presença, a agremiação gastou mais de R$ 150 mil. Quando assumimos haviam dividas que foram quitadas. Um funcionário com a carteira assinada em 1998 morreu logo no primeiro mês de mandato da atual Administração. Somente com água, energia elétrica, telefone, salário da secretária e da zeladora, material de limpeza e manutenção foram gastos ao longo do período de abril de 2011 a dezembro de 2017, foram gastos mais de R$ 200 mil. Ao todo, o Tijucas Clube deve cerca de 150 mil a seis dos seus diretores. Para reformar tudo e revitalizar o espaço seriam necessários cerca de R$ 600 mil, incluindo ai a reforma do antigo Bar do Biga e a conclusão da pretendida sala.

Hoje o clube precisaria trocar o reboco de várias paredes, construir um central de gás, adaptar as exigências da Vigilância Sanitária, o telhado e sua estrutura estão em estado deplorável. O forro está só na tinta. O cupim comeu tudo. Teria que substituir o assoalho por piso, investir cerca de R$ 10 mil na rede elétrica e um valor elevado nas várias rachaduras nas paredes da edificação. Além disso, o secretário Tem determinou à Vigilância Sanitária que exigisse do Tijucas Clube a contratação de um salva vidas e de um engenheiro químico para apresentar relatos semanais dos produtos colocados em piscinas. A solução foi enterrar a piscina ou vendê-la a um preço modico, a quem quiser leva-la.

Quero registrar aqui, sem medo de errar, que a saída para o Tijucas Clube é vender o seu patrimônio e investir o dinheiro na criação de um local talvez a denominação “Tijucas Country Clube”. Espero que a população aprove a nossa ideia e nos ajude a realizar esse importantíssimo empreendimento.

Não realizarei Carnaval neste ano porque tivemos um prejuízo de R$ 30 mil na festa de 2016 e mais R$ 19 mil no ano passado. Além disso, não podemos colocar em risco a população. No Tijucas Clube pode cair a qualquer momento e não quero ser responsabilizado por atos que não são meus. Quem quiser Carnaval é só ir ao Casarão Gallotti.

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