Gás metano

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Em contato com meu primo Fernando Lemos, engenheiro sanitarista do Jurerê Internacional, com o objetivo de encontrar uma resposta para o problema do cheiro de dejetos líquidos e pastosos de seres humanos na região da praça Sebastião Caboto, recebi uma explicação bem fácil de se entender. Ali em frente ao Cruz e Souza é concentrado todo o esgoto impulsionado pelas 12 ou 13 estações elevatórias espalhadas por onde passou a rede coletora. Naquele local se encontra uma caixa de concreto com uma peneira, a qual diariamente aberta para verificar a presença de objetos sólidos. Exemplo: uma toalha que cai dentro do bacio, desse o esgoto, percorre a canalização para dentro dessa caixa. Os servidores do SAMAE retiram esses objetos, no intuito de não prejudicar a rede que leva o número 1 e o 2 até a Central de Tratamento de Esgotos no Sul do Rio/Pernambuco. Depois a tampa é recolocada na caixa.

O que acontece é que essa tampa não fica isolada, vazando assim o gás metano produzido pelo esterco. E então é aquele insuportável cheiro de merda. A orientação é que o SAMAE instale ali uma espécie de escotilha de navio ou submarino, com borrachas que vedem o vazamento do gás metano.

O SAMAE que se vire!!!

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