Epidemia no Presídio de Tijucas

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O Jornal Razão recebeu visita de apenados do Presídio Regional de Tijucas, denunciando que estaria ocorrendo um surto de furúnculos nos detentos do Capim Branco. Através de contato com dois médicos clínicos gerais, fomos informados de que furúnculos podem aparecer em qualquer local do corpo, mas são mais comuns no rosto, pescoço, axilas, nádegas e coxas. Um furúnculo pode começar com um nódulo inchado, sensível e vermelho rosado. Com o tempo, ele fica parecendo um balão cheio de água ou um cisto.

As senhoras que nos procuraram reclamando do Departamento de Saúde do Presídio não estavam dando atenção a esses casos. Então ligamos para o Presídio e conversamos com a enfermeira Beatriz, a qual confirmou a existência de alguns casos, mas longe de ser uma epidemia. Afirmando que o furúnculo não é transmissível, a enfermeira afirmou que a insalubridade daquela unidade prisional provoca coceiras, irritações da pele e algumas outras moléstias, salientado que todos os casos são atendidos assim que os apenados pedem auxílio.

Assim sendo, sem querer tomar partido por qualquer das partes, fica o alerta e o espaço à disposição para melhores esclarecimentos.

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