Sócios do TC

A decisão de realizar o Baile do Hawaii em dezembro foi motivada pela temporada de veraneio. Como todos sabem, em janeiro a cidade vai para as praias da Costa Esmeralda e Governador Celso Ramos. O único evento que tem público fiel em janeiro é a festa do Desenferruje, promovida pelo Shalom e que em 2016 será realizada dia 23 de janeiro. Só para lembrar, o Carnaval acontece de 05 a 09 de fevereiro.

Para os sócios do Tijucas Clube com a mensalidade em atraso a diretoria criou um plano de regularização bastante interessante. O clube precisa de novas cadeiras e quem quiser quitar os seus débitos poderá pagar o preço de uma cadeira nova, que é de R$ 120,00, e ficará com a mensalidade quitada até o final de novembro. A partir de dezembro começa a pagar novamente a mensalidade, que desde 2010 tem o valor de R$ 35,00. Para fazer essa quitação basta se dirigir até a secretaria do clube e já terá acesso livre para o Baile do Hawaii. A mesa para os sócios custará então somente R$ 50,00. Para os não sócios o preço é de R$ 100,00.

Baile do Hawaii

Está confirmado para o dia 05 de dezembro o tradicional Baile do Hawaii da Sociedade Tijucas Clube, que contará com a animação da banda “Os Victor’s”, famoso grupo da Capital que traz um repertório bastante eclético, no naipe dos bailes realizados pelo TC em 2015. Também haverá Dj’s no varandão e no entorno da piscina, onde o público poderá saborear deliciosas frutas. Outra novidade é uma canja que será servida a partir das 3h da madrugada.

Os ingressos e as mesas serão vendidos a partir do dia 09 de novembro, na secretaria do clube e na recepção do Jornal Razão.

A ciência política

Dizem os especialistas que a primeira lição para um bom administrador é estar de bem com seus comandados. Para o setor público vale a mesma orientação, ou seja, estar de bem com o funcionalismo, além de evitar climas desagradáveis com a imprensa. Brigar com a imprensa leva a dois caminhos: ser ignorado e queimado ou levar pau. Tratar mal o funcionalismo é conquistar o ódio dos servidores.

Parece que em certas cidades essas máximas não são aceitas pelos ocupantes de cargos do primeiro escalão, que criticam veículos de comunicação abertamente, tentando beneficiar uns e prejudicar outros, ao mesmo tempo em que tratam com arrogância servidores que dão a alma pela prefeitura e pela cidade. Considerando que o primeiro escalão quase sempre não é ocupado por servidores de carreira, meter os pés no funcionalismo é trabalhar para a oposição.

Não vamos generalizar, mas essa realidade existe sim. E tem gente nesse meio que não agrega qualquer valor a uma possível reeleição dos prefeitos, pois não possuem experiência administrativa, tratam mal o povo, ofendem o funcionalismo e não estão nem aí para a hora do Brasil. Da mesma forma existem servidores que só merecem aplausos. Cito aqui o exemplo do secretário de Obras, Transportes e Serviços Públicos de Tijucas, meu amigo Cláudio Negão, com quem sempre me encontro em festas e eventos da cidade. Cláudio se dá bem com todo mundo, cumprimenta e abraça os humildes, conversa inteligentemente com a galera da oposição e tem portas abertas em qualquer lugar que chegar. Se não consegue resolver o que lhe pedem, pelo menos dá uma satisfação. Por que não seguir um bom exemplo como esse?

Se eu fosse o prefeito repensaria toda essa situação e daria pelo menos um bom puxão de orelhas em algumas figuras que provocam mal estar dentro das prefeituras, com reflexos externos. E não estou falando só de Tijucas!…

Outra crítica

Aproveitando o embalo, também quero me posicionar a respeito do Réveillon na Beira Rio. Nas grandes cidades quem faz o foguetório são as empresas, condomínios e os recursos provenientes do Ministério do Turismo e das leis de incentivo a cultura dos estados. Em Bombinhas, por exemplo, a grande queima de fogos é realizada na Vila do Farol. A prefeitura não tem recursos para bancar um espetáculo pirotécnico.

Aqui em Tijucas a festa se consolidou, enche de gente na Beira Rio para assistir a queima de fogos e meia hora depois quase todo mundo vai embora. Algumas pessoas ficam curtindo a banda que se apresenta na Concha Acústica e os demais continuam a festa de Réveillon em casa.

O que muita gente não imagina é que esse show pirotécnico e a festa toda custam mais de R$ 100 mil. É justo para uma cidade com tantos problemas a prefeitura gastar esse dinheiro todo?

Esclarecimento

Desde 2005 sempre colaborei com o meu amigo Gerson Henrique Marcelino na Assessoria para Assuntos da Juventude, órgão da prefeitura que criou o Carnaval de Rua. Na semana passada um indivíduo publicou nas redes sociais que sou contra o Carnaval de Rua e por isso quero fazer aqui um esclarecimento.

Em primeiro lugar nunca fui contra o desfile de Carnaval. Acho uma festa importante, mas que tem gastos desnecessários. Penso que não seria necessário tantas bandas e dois pontos de sonorização. Bastava uma banda na Concha Acústica. Também sou contra a fortuna que se gasta no aluguel de uma arquibancada que serve para ser usada por menos de duas horas. É muito desperdício de dinheiro.

Dá para fazer o desfile muito bem sem a arquibancada. O pessoal ficaria ao longo da avenida e curtiria a festa do mesmo jeito. Agora, se fosse para algumas empresas patrocinarem, como acontece em Floripa, Rio de Janeiro e Bahia, onde o desfile leva horas, seria uma outra conversa.

Estacionamento

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) determinou que um restaurante de Itapema pague indenização de R$ 4,5 mil a um homem que teve a moto furtada no estacionamento do estabelecimento, em 2009.

O restaurante tentava escapar do pagamento alegando que o local é para estacionamento exclusivo dos clientes e o autor da ação era um prestador de serviço. Porém, para o desembargador Domingos Paludo, relator do caso, se o estacionamento ajuda a dar lucro, também determina responsabilidade legal.

A decisão é polêmica e deixa donos de outros estabelecimentos comerciais numa situação complicada. Se a decisão se tornar jurisprudência muita gente terá que contratar seguranças para cuidar dos seus estacionamentos.

Bafômetro da maconha

Dirigir sob a influência de drogas é ilegal em vários países, inclusive no Brasil. Mas até hoje os policiais precisam esperar por exames de sangue para confirmar se um motorista está sob efeitos de entorpecentes, o que pode levar até 24 horas, tornando a fiscalização ineficaz.

Agora pesquisadores da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram um bafômetro capaz de detectar o THC, princípio ativo da Cannabis sativa, com resultados gerados quase que imediatamente.

O gadget usa a tecnologia de espectrometria de massa por íons, que é usada por profissionais de segurança de aeroportos para detectar drogas e explosivos.

O protótipo, que poderá ser testado em humanos já no próximo ano, não é projetado para calcular o “quão drogado” um condutor pode estar, mas simplesmente para confirmar se eles têm THC em seus corpos. A intenção é averiguar níveis de THC, o motorista ser direcionado a um exame de sangue que poderia ser usado como prova em tribunal.

O consumo de drogas afeta habilidades de condução das pessoas, e pode dar-lhes tempos de reação mais lentos, náuseas, alucinações, ataques de pânico, paranoia, tontura, fadiga e dificuldade de concentração, o que comprovadamente aumenta as chances de tragédias.

A pesquisa poderá, em breve, ajudar a Patrulha do Estado de Washington, que relatou que um quarto das amostras de sangue coletadas de motoristas no ano passado acusaram positivo para os sinais do consumo de maconha.

O estado legalizou o consumo de maconha há dois anos e, em 2013, 1362 motoristas foram identificados com Cannabis sativa em seus corpos, um número 25% maior do que no ano anterior. Estima-se que 720 dessas pessoas tinham níveis de THC altos o suficiente para causar acidentes graves.

O estudo mostra que a liberação do uso da maconha precisa ser bem regulamentado, excluindo condutores de veículos dessa permissividade.

Crônicas Tijucanas

Prefeitura Municipal de Tijucas, Secretaria de Cultura, Juventude e Direitos Humanos, Lar Santa Maria da Paz, Jornal Razão e Lyons Club de Tijucas convidam para o lançamento do livro contemplado com o Prêmio Catarinense de Literatura, Estórias de uma Cidade – Crônicas Tijucanas, de autoria de João José Leal.

O lançamento acontece no Casarão Gallotti, dia 26 de novembro, às 20h, e o convite é estendido a toda a comunidade.

Sugestão

        Ouvi, por mais de uma vez, a sugestão dos comerciantes de toda a extensão entre a Joaia e a Praça que a situação de tantos nomes de ruas diferentes deveria ser amenizada pela prefeitura. Na opinião deles os vários nomes e a mudança de numeração criam problemas para vendedores, entregadores e compradores.

A proposta seria no sentido de que da Joaia até a curva da delegacia fosse doravante utilizada a denominação de avenida Beira Rio, com uma numeração específica, numa única cor, conforme ocorre em grandes cidades como Florianópolis, Curitiba e São Paulo. A denominação e numeração oficial das várias ruas é mantida em documentos, mas na fachada das casas e estabelecimentos comerciais constariam duas numerações: a oficial e da avenida Beira Rio.

Não sei até onde vale a pena, mas não é uma ideia extravagante.